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  • por Notícias ao Minuto - Esporte
    Sergiy Stakhovsky concedeu uma extensa entrevista à edição desta quinta-feira (13) do jornal britânico The Telegraph, na qual aborda o fato de ter terminado a carreira de tenista, há mais de um ano, para combater pela Ucrânia na guerra contra a Rússia.
    O ex-atleta de 37 anos está, atualmente, num campo de treinos, nas imediações de Kyiv, mas confessou que teria de partir, uma vez mais, para a frente da batalha, já na próxima segunda-feira: "É duro, mas, na linha da frente, não há cinza. É preto ou branco. Em Kyiv, começas a ver as várias cores da política e da vida real, e é estranho". "Aqui, o ambiente é mais alegre do que na linha da frente. Aqui, as pessoas vivem na ideia de que a vitória está próxima. Alguns não percebem qual é o preço dos avanços. Quando saltas para as trincheiras, há vários cenários diferentes, e tudo pode acontecer", começou por afirmar. "Ando sempre com uma espingarda. Estive em situações em que as tropas russas estavam a 150 metros", acrescentou, antes de assumir que as reservas que tinha na hora de disparar contra os inimigos desapareceram assim que vislumbrou o rasto de destruição deixado em Bucha. "Ao início, não sabia como o faria, mas, assim que vi a destruição que causaram... É um comportamento absolutamente desumano. Quando vês as imagens dos ataques com mísseis nas infraestruturas... Não penso duas vezes. Não me arrependo do que faço", finalizou.
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