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O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou satisfação com a recente melhoria na avaliação da nota de crédito do Brasil pela agência S&P. Ele atribuiu o progresso à 'harmonia entre os Poderes' e enfatizou a necessidade de o Banco Central se juntar a esse esforço conjunto.Haddad afirmou que ainda há muito trabalho a ser feito e que isso é apenas o início. Ele acredita que, se o ritmo de trabalho do Congresso e do Judiciário for mantido, o país alcançará seus objetivos de crescimento. 'A harmonia entre os Poderes tem contribuído para esse resultado, o que representa uma mudança de direção e rumo bastante significativa', declarou.   Com a aproximação de um novo ajuste na taxa Selic, o ministro cobrou a participação do Banco Central: 'Faltava a harmonização com o Banco Central, mas espero que estejamos prestes a ver isso acontecer. Quando todos estiverem alinhados, prosperaremos'.Leia: Haddad sobre Bolsonaro: 'É a pessoa mais limitada que conheci'No período da tarde, a agência de classificação de risco S&P elevou a nota de crédito do Brasil, passando de estável para positiva. Essa melhoria na perspectiva do país não ocorria desde 2019, conforme apontou o Ministério da Fazenda.Atualmente, a nota do Brasil se encontra três degraus abaixo do chamado grau de investimento, uma espécie de selo de bom pagador. O país perdeu esse status em 2015.
O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou satisfação com a recente melhoria na avaliação da nota de crédito do Brasil pela agência S&P. Ele atribuiu o progresso à 'harmonia entre os Poderes' e enfatizou a necessidade de o Banco Central se juntar a esse esforço conjunto.

Haddad afirmou que ainda há muito trabalho a ser feito e que isso é apenas o início. Ele acredita que, se o ritmo de trabalho do Congresso e do Judiciário for mantido, o país alcançará seus objetivos de crescimento. 'A harmonia entre os Poderes tem contribuído para esse resultado, o que representa uma mudança de direção e rumo bastante significativa', declarou.
 
 
 
Com a aproximação de um novo ajuste na taxa Selic, o ministro cobrou a participação do Banco Central: 'Faltava a harmonização com o Banco Central, mas espero que estejamos prestes a ver isso acontecer. Quando todos estiverem alinhados, prosperaremos'.
No período da tarde, a agência de classificação de risco S&P elevou a nota de crédito do Brasil, passando de estável para positiva. Essa melhoria na perspectiva do país não ocorria desde 2019, conforme apontou o Ministério da Fazenda.

Atualmente, a nota do Brasil se encontra três degraus abaixo do chamado grau de investimento, uma espécie de selo de bom pagador. O país perdeu esse status em 2015.

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